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| Fotografia retirada do Google imagens |
O vrum-vrum da calça jeans no corpo (ou do corpo na calça) é a música do trabalho humano, da conversão da natureza; produto do homo inquietus.
Se goza com esse som, o homem colocará tudo a perder, fará revolução, prevaricação e outros tantos “ãos” tamanhos. Não há instituição solidamente edificada capaz de conter a sua volúpia: nem projeto de paz, nem discurso sobre a beleza.
O tecido roça o corpo e o vrum-vrum roça a alma: por muito menos já se matou e por muito menos toda a humanidade foi condenada. O vrum-vrum derrubou o Muro, o vrum-vrum destruiu a União. Aqui, a onomatopeia não é ela mesma o poder; o poder é o desejo.

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