| Mulher sonhando em um barco, Robert Noble, 1900 |
Quando aprendemos a dormir? O fechar dos olhos não parece ser garantidor de que pesado sono caia sobre nós; tampouco sobrevém o sonho se acrescentamos ao cerrar dos olhos o debruçar-se sobre a relva. É necessário o dulçor que se segue ao fastidioso dia?
Subir um degrau é já um conhecimento (propriocepção), deter-se nele, outra sabedoria: afinal, o correr sem descanso é próprio dos rios -- das águas dos rios. Há técnica, inclusive, para abrir e fechar um guarda-chuva; e regras de onde pô-lo após a tempestade.
Será o sonífero a lição administrada (em pílula) para os que não foram educados ainda imberbes?

Nenhum comentário:
Postar um comentário